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Sobre Black Blocs, Rolezinhos e Coisas do Gênero

6 março, 2014 Categoria: Palavra do Presidente Deixe um Comentário A+ / A-

Tudo isto vi nos dias da minha vaidade: há justo que perece na sua justiça, e há ímpio que prolonga os seus dias na sua maldade.

Não sejas demasiadamente justo, nem demasiadamente sábio; por que te destruirias a ti mesmo? Não sejas demasiadamente ímpio, nem sejas louco; por que morrerias fora de teu tempo? Eclesiastes 7:15-17

De acordo com o cientista político Kraushaar em seu artigo publicado no DW., Deutsche Welle e de muitos outros especialistas, falando de Black Blocs, são claramente um produto do movimento de 1968 em Frankfurt e desde 1980, também lá, em conflito com a polícia, apareceram na Mídia e também, em panfletos.

Falando do Brasil, é algo atual, bem recente (2013) e que da mesma maneira, como produto da pós-modernidade tal como na Alemanha, ou seja, fenômeno social da historia em sua contemporaneidade. Ainda que tenha iniciado este tempo a partir da revolução francesa (final do séc. XVIII), cem anos depois, final do século XIX e começo do século XX para cá, com a herança deixada pelos filósofos do iluminismo, formaram-se valores do humanismo secular, ou seja, rejeição à quaisquer deuses, tendo o Deus da Bíblia incluído evidentemente na exclusão.

Sobretudo, tais comportamentos oriundos da inteligência racional quando esta, ao invés de utilizada junto com a emocional, se separa no radicalismo do extremismo que torna-se tão perigoso quanto o que também deve ser evitado, ou seja, o emocional irracionalmente que perpassou dominantemente há cerca de dez séculos, ou seja,toda a idade média. Na história medieval a fé era inteiramente desprovida da razão, municiada por uma teologia segundo os sentimentos dos lideres religiosos do Poder e não pelo “culto racional” citado pelo apóstolo Paulo em Romanos 12.

Enfim, as palavras Bíblicas são contextualizadas como nenhum outro livro e por isto é Best-seller (mais vendido) em todas as épocas. É contextualizado porque contém ambas inteligências: Racional e emocional, que é a primeira, a instrumental; a que acumula informações e que muda enquanto a a emocional torna-se estável desenvolvida na essência humana que é a espiritualidade.
A instrumental por mais filosófica que seja, sem a transcendência, é razão somente e por isto, incompleta aonde as cores do caráter são durante algum tempo escondidas; mascaradas pela personalidade egoísta e vandalística no sentido pejorativo do termo que se refere ao assunto ora pensado. Vandalismo de atitudes literais exaustivamente mostradas na mídia e também o vandalismo simbólico dos religiosos que ardem como fumaça nas narinas de Deus: Que dizem: Fica onde estás, e não te chegues a mim, porque sou mais santo do que tu. Estes são fumaça no meu nariz, um fogo que arde todo o dia. Isaías 65:5

São os destruidores do patrimônio cristão chamado Amor; Perdão; Graça. Inquisidores em plena pós-modernidade, já não bastando tais figuras desde os primeiros dias da Era cristã. Por isto, conclui-se sobre Black blocs, rolezinhos e coisas do gênero, como grande causa, a ausência da inteligência emocional junta com a racional que só podem amalgamar na espiritualidade do caminho sobremodo excelente que é o caminho da Fé em Cristo que leva o crente a viver Nele! Assim e só assim, incompatibiliza-se tais comportamentos racionais demais ou emocionais demais citados pelo Eclesiastes.

Abraços fraternais em Cristo,
Cpl.Rev.Mário Lima.

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